Irreverência  e  surrealismo de Tarcisio Lage

capalilidigital.jpg

Clique na capa para saber mais

CAPA JERUSALEM DESTRUIDA2.jpg
EU CIDADE B(1).jpg

Duas histórias infantis para  crianças muito obedientes. Pode ser que alguns pais e mães não gostem.Clique nas capas

capabruxasimplissimo.jpeg

ARTIGO

07/09/2020

O VESTIDO DE MICHELE

          

          O GROBO, perdão, o GLOBO, censurado por uma juíza fulana de tal a pedido do primogênito do presidente, para amenizar o clima num sete de setembro mixuruca, escreveu sobre moda, coisa leve, destacando o vestido estampado como o qual a senhora Michele Bolsonaro, esposa do presidente, participou da festa no Palácio Alvorada. Foi dito coisas sérias e algumas observações um tanto o quanto maldosas. Por exemplo, Paula Acioli, especialista em moda e comportamento, estranhou que a senhora Bolsonaro, adepta de roupas monocromáticas, tenha escolhido um modelo multicolorido. E salientou: “ talvez seja uma mensagem de otimismo em tempos difíceis,” Uau! Agora preste atenção porque a informação é importante. “O estilo romântico mas contemporâneo, transpassado de babados, reconhecido no mundo da moda como  ´ruffle wrap dress`, é um dos modelos icônicos da criadora Diane von Furstenberg”. Houve discordância, destacada pelo O GLOBO. Foi da estilista, perdão, stylist, Manu Carvalho. Atacou: “Os babados voaram bastante. A modelagem é simplória e a peça visivelmente malfeita.” Nossa! A pergunta que fica é se no espalhafatoso é o número de formas: 196, aniversário da independência? Ou, quem sabe, só 27, para igualar ao número de depósitos realizado pelo Queirós? Fica a dúvida. E prometo nunca mais escrever sobre vestido estampado.

 

Independência ou Morte

Pedro de Alcântara custou a chegar às margens do Ipiranga sem sujar o arreio. Piri dos bravos. Chalaça, seu fiel companheiro, recebeu para ele a papelada das Cortes, que já tinham mandado seu pai plantar favas e colher cará.

Pedro -       O que diz?

Chalaça -    Meu príncipe tem de voltar a P´rgal.

Até hoje os historiadores discutem o que se ouviu. Sabe-se sim que, 196 anos depois, os eleitores fizeram a maior cagada da História.

Clique para mais teatrinhos

Teatrinho rápido e rasteiro

  • Facebook
  • Twitter
  • YouTube
  • Pinterest
  • Tumblr Social Icon
  • Instagram